O Maestro quebra o seu projeto em blocos, decide o quanto cada um é arriscado e manda cada bloco para o modelo certo. Você acompanha por cinco comandos dentro do Claude Code.
Trabalho mecânico, sem decisão: código repetitivo, migrações a partir de um schema pronto, dados de teste, conversões, renomeações em massa, documentação.
O grosso da construção: regras de negócio, integrações documentadas, funcionalidades novas, casos de borda já mapeados e a revisão do que foi entregue.
Onde errar sai caro: arquitetura, contratos entre partes do sistema, modelagem de dados e qualquer decisão difícil de voltar atrás depois.
E não entrega melhor. A maior parte do trabalho de um projeto é rotina — não precisa do modelo de raciocínio mais caro. O Maestro classifica cada bloco e usa o mais barato que dá conta dele.
Essa é uma divisão saudável do trabalho. O Maestro mede a sua e avisa quando o modelo caro passa de um quarto do custo — o que quase sempre significa que uma especificação ficou ambígua e alguém subiu de modelo por reflexo, em vez de corrigir o texto.
Proporção baseada nos preços de API de setembro de 2026. O ganho real depende da mistura de tarefas do seu projeto.
A parte cara acontece uma vez. A barata se repete até o projeto acabar.
Ele escreve as especificações, quebra o projeto em blocos e define para cada um: a complexidade, o modelo, os arquivos que pode tocar e como saber que ficou pronto.
O plano vira um arquivo que você corrige antes de qualquer linha ser escrita. É o único momento em que um erro ainda sai de graça.
O gestor pega o próximo bloco liberado, manda para o modelo que o plano definiu, chama um revisor que não pode editar nada e só então marca como concluído.
Delegar trabalho a um modelo mais barato só funciona com método. Estes são os padrões que a engenharia com agentes consolidou — e que vêm embutidos, sem você precisar configurar nada.
Um critério escrito assim vira um caso de teste quase um para um. É o que faz a especificação valer como contrato, em vez de conselho.
Padrão vindo da indústria aeroespacial. Cada critério tem sujeito explícito, número no lugar de adjetivo e um único comportamento observável. Se não dá para escrever a asserção do teste, o critério ainda está vago.
Como cada critério já é um teste, o executor escreve os testes primeiro, vê falhar e implementa até passarem. Teste verde é o único sinal objetivo de pronto — sem ele, pronto é opinião do modelo.
Cada bloco roda isolado, recebendo só a sua especificação e os arquivos que ele pode tocar. Janela cheia degrada de forma previsível: o modelo perde justamente o que está no meio.
Sessão longa é compactada e o detalhe se perde. Um commit por bloco concluído, mais o arquivo de progresso, reconstroem o estado sem depender da memória da conversa.
Cada bloco tem um limite de rodadas. Estourar não é sinal de modelo fraco — é sinal de especificação ambígua. O sistema para e devolve, em vez de encarecer o mesmo erro.
Um estudo de 2026 sobre 138 repositórios reais mostrou que arquivos de instrução gerados por modelo pioraram o desempenho dos agentes. Aqui, "use código limpo" é proibido: estilo é trabalho de linter, não de contexto.
Tarefa de design incerto é dividida: o modelo forte desenha e escreve a especificação; o médio implementa. Mandar a tarefa inteira para o modelo forte é o que mais infla custo sem melhorar nada.
O revisor roda em sessão separada e sem permissão de editar arquivo. Ele confere critério por critério, com evidência, e ainda procura o teste que passa sem exercitar nada.
Sem configuração manual. O setup conversa com você, lê o que já existe no repositório e monta o plano sozinho.
Detecta o que já existe, faz até seis perguntas e gera o plano
Mostra o quadro e a distribuição por modelo. Roda na sua máquina, sem consumir nada
Executa o próximo bloco liberado e chama o revisor
Escreve a especificação de um bloco novo com o modelo forte
Ajusta o plano quando a realidade muda
Mostra a distribuição planejada por modelo e lembra quando checar /context e /usage, os comandos nativos de custo do Claude Code
Entregar trabalho a um modelo barato só funciona com trilhos. Estes são verificados antes de qualquer bloco ser despachado.
Blocos onde o erro é irreversível ficam presos ao modelo forte — tanto para executar quanto para revisar.
O revisor roda em sessão separada e sem permissão de editar arquivo. Ele aprova ou reprova, com a evidência de cada critério.
Se falta uma decisão sua, uma credencial ou um dado, o bloco fica marcado como travado — em vez de o modelo preencher o buraco por conta própria.
Quando o mesmo bloco falha de novo, a causa quase sempre é uma especificação ambígua. Subir de modelo só encareceria o mesmo erro.
Deixe seu e-mail e os comandos de instalação aparecem aqui na hora. Sem custo, sem cartão.
Pronto. Rode no terminal, dentro do seu projeto:
Ver no GitHub — código aberto, sem servidor no meio.
Do Claude Code em qualquer plano pago, e de um projeto onde você já trabalha. O Maestro não é um serviço à parte: roda dentro do Claude Code, na sua conta. Funciona no terminal, no VS Code, no JetBrains e no aplicativo de computador.
Serve, desde que o trabalho possa ser quebrado em blocos com um jeito objetivo de dizer que está pronto. Pesquisa, produção de conteúdo em série e migração de dados funcionam bem. O que não encaixa é trabalho onde "pronto" é questão de gosto.
Gasta, porque quem executa é o Claude Code com a sua conta. A questão é quanto: usar o modelo certo para cada tipo de tarefa faz a mesma construção consumir bem menos do seu limite.
Não passa por nenhum servidor nosso. O Maestro é um conjunto de arquivos de texto que roda dentro do seu Claude Code. Não coletamos nada do seu projeto.
Pode. Tudo são arquivos de texto no seu repositório: os agentes, os comandos e o plano. Edite à vontade, inclusive quais modelos entram em cada nível de complexidade.
É gratuito e aberto. Se quiser retribuir, use e conte o que funcionou e o que quebrou — é isso que melhora a próxima versão.