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Gratuito e aberto

O modelo caro planeja. O barato executa.

O Maestro quebra o seu projeto em blocos, decide o quanto cada um é arriscado e manda cada bloco para o modelo certo. Você acompanha por cinco comandos dentro do Claude Code.

Baixar o Maestro Funciona com o Claude Code em qualquer plano pago
versão 1.1.0 Código aberto, licença MIT. Atualizações contínuas com registro de mudanças.
Para onde vai cada tipo de trabalho Você define uma vez. O Maestro respeita em todo bloco.
Haiku 4.5complexidade 1–2

Trabalho mecânico, sem decisão: código repetitivo, migrações a partir de um schema pronto, dados de teste, conversões, renomeações em massa, documentação.

1× o custo
Sonnet 5complexidade 3–4

O grosso da construção: regras de negócio, integrações documentadas, funcionalidades novas, casos de borda já mapeados e a revisão do que foi entregue.

2× o custo
Opus 5complexidade 4–5

Onde errar sai caro: arquitetura, contratos entre partes do sistema, modelagem de dados e qualquer decisão difícil de voltar atrás depois.

5× o custo

Rodar tudo no modelo mais forte custa várias vezes mais

E não entrega melhor. A maior parte do trabalho de um projeto é rotina — não precisa do modelo de raciocínio mais caro. O Maestro classifica cada bloco e usa o mais barato que dá conta dele.

Tudo no modelo mais forte100%
Distribuído por complexidadecerca de 1/4
Opus 15% Sonnet 60% Haiku 25%

Essa é uma divisão saudável do trabalho. O Maestro mede a sua e avisa quando o modelo caro passa de um quarto do custo — o que quase sempre significa que uma especificação ficou ambígua e alguém subiu de modelo por reflexo, em vez de corrigir o texto.

Proporção baseada nos preços de API de setembro de 2026. O ganho real depende da mistura de tarefas do seu projeto.

Como funciona

A parte cara acontece uma vez. A barata se repete até o projeto acabar.

Planejar com o modelo forte

Ele escreve as especificações, quebra o projeto em blocos e define para cada um: a complexidade, o modelo, os arquivos que pode tocar e como saber que ficou pronto.

Você lê e aprova

O plano vira um arquivo que você corrige antes de qualquer linha ser escrita. É o único momento em que um erro ainda sai de graça.

Executar com o modelo certo

O gestor pega o próximo bloco liberado, manda para o modelo que o plano definiu, chama um revisor que não pode editar nada e só então marca como concluído.

Os padrões que ele aplica

Delegar trabalho a um modelo mais barato só funciona com método. Estes são os padrões que a engenharia com agentes consolidou — e que vêm embutidos, sem você precisar configurar nada.

# Critério de aceite comum — o modelo interpreta como quiser
"O sistema deve tratar erros adequadamente"

# O mesmo critério em EARS — vira teste direto
SE o banco estiver indisponível
ENTÃO O SISTEMA DEVE responder 503 e registrar o erro.

Um critério escrito assim vira um caso de teste quase um para um. É o que faz a especificação valer como contrato, em vez de conselho.

especificação

Critérios em notação EARS

Padrão vindo da indústria aeroespacial. Cada critério tem sujeito explícito, número no lugar de adjetivo e um único comportamento observável. Se não dá para escrever a asserção do teste, o critério ainda está vago.

verificação

Teste antes do código

Como cada critério já é um teste, o executor escreve os testes primeiro, vê falhar e implementa até passarem. Teste verde é o único sinal objetivo de pronto — sem ele, pronto é opinião do modelo.

contexto

Uma tarefa por sessão

Cada bloco roda isolado, recebendo só a sua especificação e os arquivos que ele pode tocar. Janela cheia degrada de forma previsível: o modelo perde justamente o que está no meio.

continuidade

Checkpoint a cada bloco

Sessão longa é compactada e o detalhe se perde. Um commit por bloco concluído, mais o arquivo de progresso, reconstroem o estado sem depender da memória da conversa.

custo

Orçamento por tarefa

Cada bloco tem um limite de rodadas. Estourar não é sinal de modelo fraco — é sinal de especificação ambígua. O sistema para e devolve, em vez de encarecer o mesmo erro.

restrição

Nada de conselho genérico

Um estudo de 2026 sobre 138 repositórios reais mostrou que arquivos de instrução gerados por modelo pioraram o desempenho dos agentes. Aqui, "use código limpo" é proibido: estilo é trabalho de linter, não de contexto.

planejamento

Trabalho difícil vira dois blocos

Tarefa de design incerto é dividida: o modelo forte desenha e escreve a especificação; o médio implementa. Mandar a tarefa inteira para o modelo forte é o que mais infla custo sem melhorar nada.

revisão

Quem escreve não aprova

O revisor roda em sessão separada e sem permissão de editar arquivo. Ele confere critério por critério, com evidência, e ainda procura o teste que passa sem exercitar nada.

Seis comandos

Sem configuração manual. O setup conversa com você, lê o que já existe no repositório e monta o plano sozinho.

/maestro:setup

Detecta o que já existe, faz até seis perguntas e gera o plano

/maestro:status

Mostra o quadro e a distribuição por modelo. Roda na sua máquina, sem consumir nada

/maestro:proxima

Executa o próximo bloco liberado e chama o revisor

/maestro:planejar

Escreve a especificação de um bloco novo com o modelo forte

/maestro:replanejar

Ajusta o plano quando a realidade muda

/maestro:custos

Mostra a distribuição planejada por modelo e lembra quando checar /context e /usage, os comandos nativos de custo do Claude Code

O que ele impede

Entregar trabalho a um modelo barato só funciona com trilhos. Estes são verificados antes de qualquer bloco ser despachado.

Tarefa crítica não cai no modelo barato

Blocos onde o erro é irreversível ficam presos ao modelo forte — tanto para executar quanto para revisar.

Quem escreve não aprova

O revisor roda em sessão separada e sem permissão de editar arquivo. Ele aprova ou reprova, com a evidência de cada critério.

Bloco sem informação não é despachado

Se falta uma decisão sua, uma credencial ou um dado, o bloco fica marcado como travado — em vez de o modelo preencher o buraco por conta própria.

Falhou duas vezes? Corrige o texto, não o modelo

Quando o mesmo bloco falha de novo, a causa quase sempre é uma especificação ambígua. Subir de modelo só encareceria o mesmo erro.

Baixe o Maestro

Deixe seu e-mail e os comandos de instalação aparecem aqui na hora. Sem custo, sem cartão.

Seus dados ficam com a gente e não são vendidos.

Pronto. Rode no terminal, dentro do seu projeto:

# 1. adicione o repositório
/plugin marketplace add SEU-USUARIO/maestro

# 2. instale
/plugin install maestro@maestro

# 3. configure (ele conversa com você)
/maestro:setup

Ver no GitHub — código aberto, sem servidor no meio.

Perguntas

Preciso de quê para usar?

Do Claude Code em qualquer plano pago, e de um projeto onde você já trabalha. O Maestro não é um serviço à parte: roda dentro do Claude Code, na sua conta. Funciona no terminal, no VS Code, no JetBrains e no aplicativo de computador.

Serve para projeto que não é de programação?

Serve, desde que o trabalho possa ser quebrado em blocos com um jeito objetivo de dizer que está pronto. Pesquisa, produção de conteúdo em série e migração de dados funcionam bem. O que não encaixa é trabalho onde "pronto" é questão de gosto.

Ele gasta a minha franquia do Claude?

Gasta, porque quem executa é o Claude Code com a sua conta. A questão é quanto: usar o modelo certo para cada tipo de tarefa faz a mesma construção consumir bem menos do seu limite.

Meu código sai da minha máquina?

Não passa por nenhum servidor nosso. O Maestro é um conjunto de arquivos de texto que roda dentro do seu Claude Code. Não coletamos nada do seu projeto.

Posso mudar as regras?

Pode. Tudo são arquivos de texto no seu repositório: os agentes, os comandos e o plano. Edite à vontade, inclusive quais modelos entram em cada nível de complexidade.

É gratuito mesmo, ou vira pago depois?

É gratuito e aberto. Se quiser retribuir, use e conte o que funcionou e o que quebrou — é isso que melhora a próxima versão.